Notícias

Leia algumas recentes matérias publicadas sobre a Wolfe Associates na mídia. Se você é jornalista em busca de fonte para entrevistas, informações relacionadas a compliance e políticas anticorrupção, por favor contate nossa Assessoria de Imprensa.

 

DCI – Novembro 2017

Escritório se destaca com controle de danos  

Wolfe Associates usa experiência de sócio-fundador britânico para ajudar empresas a gerir riscos quando se encontram às voltas com fraudes e desvios de recursos por corrupção de funcionários. O advogado Barry Wolfe, do Wolfe Associates, se consolidou no Brasil para fazer um trabalho diferente do que se pratica no setor. Aqui, o fundador
atua em controle de danos para empresas.

RI / Relações com Investidores – Março 2017

Governança real desmascara ‘bom mocismo’ das empresas

Após um ano de terremotos corporativos que levaram o termo “Compliance” a ganhar relevância inédita no Brasil, 2017 vê a entrada em cena de novas práticas – várias das quais inusitadas pelos atuais padrões – contra a “desgovernança empresarial” em que ainda vive parcela das companhias nacionais. A opinião é do advogado escocês Barry Wolfe, que há duas décadas mora e mantém em São Paulo uma boutique de compliance preventivo, avaliação de riscos, gestão de crises e investigação de fraudes corporativas – a Wolfe Associates.

Revista Visão Jurídica – Fevereiro 2017

60% das PMEs falidas tiveram envolvimento em algum tipo de fraude

O professor Leandro Karnal tem observado a existência de pessoas que “substituíram cultos como do Papai Noel” pelo da “corrupção isolada”, segundo o qual apenas alguns poucos agentes da sociedade seriam corruptos – quando na realidade, nota ele, “a corrupção começa ao andar pelo acostamento, no recibo comprado para o IR, no atestado médico falso”. O mito da corrupção como algo que parece existir só ao ser condensado em uma empresa ou partido vem sendo catalogado há mais de 15 anos pelo time do advogado internacional Barry Wolfe, especializado em investigação de fraudes e criação de políticas de governança empresarial para evitar desvios éticos.

Gazeta do Povo – Dezembro 2016

Repatriação e janelas de impunidade

A chamada “Lei da Repatriação” tem se mostrado atrativa para optantes que não declararam bens e direitos em contas bancárias no exterior ou valores que foram transferidos para o Brasil, com ou sem registro no Banco Central. Um dos fundamentos é a anistia tributária e penal a pessoas físicas e jurídicas brasileiras que repatriarem os recursos, em troca de pagamento de Imposto de Renda e multa, com porcentuais reduzidos em relação às alíquotas oficiais. Mas qual a repercussão disso na prática?

Revista Hospitais Brasil – Novembro 2016

Lugares comuns, fraudes e protetor solar

O destaque é o SUS. O Brasil, a exemplo da Inglaterra e do Canadá, tem um sistema único, universal e gratuito de saúde. Isso é ótimo. A questão é que, somado a outros aspectos característicos do mercado da saúde no País, isso dá um poder de barganha incrível ao poder público neste segmento. E é aí que as coisas ficam – ou podem ficar – realmente complexas. Pense em riscos de fraudes, por exemplo.

O Estado de S Paulo – Outubro 2016

A Lava-Jato e o Crime Desorganizado no Brasil

Ao apresentar recente denúncia contra o ex-presidente Lula, procuradores do Ministério Público Federal acusaram-no de ser comandante de uma “organização criminosa”. O uso dessa expressão forte, que continua causando ruídos no Fla-Flu que o cenário político brasileiro se tornou, merece exame mais atento. Para ser bem claro, a verdade é que os esquemas de propina investigados pela Lava Jato podem ser muita coisa, mas chamá-los de “organização” não parece correto. Há um sutil erro no uso desse termo que vale a pena analisar.

Infomoney Bloomberg – Agosto 2016

Corrupção: 65% dos fraudadores têm cargo de diretor ou gerente

A empresa de consultoria em compliance Wolfe Associates compilou alguns dados sobre corrupção em empresas brasileiras recentemente. De acordo com eles, 65% dos fraudadores têm cargo de diretor ou gerente, o que torna mais difícil que funcionários denunciem os crimes. Além disso, para cada golpe individual, dois são tramados coletivamente. Ou seja: na grande maioria dos casos há mais de uma pessoa envolvida – sendo que metade delas tem ao menos 5 anos de empresa em questão. Descobre-se fraude, em 50% dos casos, via canais de denúncia protegidos internos à empresa. Mas, segundo o levantamento, poucas companhias no Brasil têm essa plataforma à disposição para os funcionários.

PropMark – Agosto 2016

Prática de compliance evita custos

O advogado Edward Jenkins QC, parceiro estratégico da Wolfe Associates, em Londres, é referência nos chamados crimes corporativos, corrupção e fraude – com experiência em crimes de IP, direito do consumidor e evasão fiscal. O “QC” usado em seu nome indica que é parte do Conselho da Rainha, pequeno grupo de especialistas selecionados como líderes em suas atividades por alto mérito e reputação. Jenkins atua como conselheiro da coroa britânica há 16 anos, tem aconselhado grandes empresas no Brasil e afirma que ter política de compliance e não implementá-la é pior que não ter nada. E que o compliance evita custos com violação das regras legais. Para ele, empresas não podem se dar ao luxo de não levar compliance a sério. Ele respondeu às perguntas do PROPMARK por email semana passada.

Emerging Markets / Inglaterra – Abril 2016

Barry Wolfe: Brazil after Petrobras – the lesson of Italian corruption

“Everything ends up in pizza” is the expression Brazilians use when reffering to the result of all the major corruption scandals to date. It means life goes on and nothing really changes. A key question is whether Operation Car Wash, the Petrobras corruption investigation, will end up in pizza. Many believe it will. This belief is in part the result of disillusionment from past scandals. However, skeptics point the fact that Sérgio Moro, the federal judge in charge of Car Wash, based his strategy directly on the Clean Hands investigation into public works contracts in Italy in the 1990s, which brought down the country’s post-war political system. Clean Hands had an enormous initial impact.

Business Review Brasil – Setembro 2015

Um guia para gringo entender o Brasil

Tom Jobim, conhecido por sua canção The Girl from Ipanema, foi também um grande frasista que usava de fina ironia para desmascarar as ambiguidades e profundas incongruências de seu país. Em certa ocasião, exasperado com o caótico funcionamento brasileiro, Jobim saiu-se com uma de suas frases lapidares. “O Brasil”, disse ele, “não é para principiantes.” Ou, em outras palavras, o país seria coisa para “profissionais” em compreender o incompreensível. A recente onda de notícias negativas envolvendo o Brasil e algumas de suas grandes companhias em uma rede extensa de corrupção política demonstra a precisão de Mr. Jobim e de certa maneira explica a dificuldade que o público estrangeiro, incluindo empresários e investidores, tem ao tentar compreender como funciona a sétima maior economia do mundo.

Valor Econômico – Mar 2015

Porque o Brasil precisa de uma ‘Lei Whistleblower’

Como observador da cultura brasileira, acho sintomático que por aqui exista uma expressão de magnitude vulcânica como correspondente à leve palavra usada mundo afora para quem denuncia corrupção ou conduta imprópria. Lá fora, a palavra é whistleblower – apitador. Até se tornou termo técnico-legal. Porém, quando alguém denuncia corrupção no Brasil se diz que a pessoa botou a boca no trombone. O apito tem som alto e raso. Já o trombone é grave, profundo e toma o ambiente com sua ressonância. Será que esta metáfora nos diz algo sobre a natureza dos esquemas de corrupção no país?

Record News Internacional Tv – Nov 2014

Especialista aponta investigação da Petrobras como divisor de águas Herodoto Barbeiro

Confira em vídeo entrevista concedida pelo advogado internacional Barry Wolfe, especializado em investigação de fraudes, sobre a Operação Lava Jato. Entrevista, concedida ao âncora e editor do Jornal da Record News, Herodoto Barbeiro, foi ao ar dia 21 de novembro.

Forbes Brasil – Jul 2014

Dinheiro embaixo do colchão POR ALEX RICCIARDI

“POR QUE RAZÃO vários políticos – além de profissionais liberais e empresários -frequentemente informam em suas declarações de imposto de renda a posse de grande quantidade de dinheiro em espécie em sua residência, escritório ou comitê eleitoral?” Quatro especialistas respondem à questão.

BARRY WOLFE:

“Hoje em dia, quase todas as transações normais são realizadas na economia oficial. Se há grande quantia de ‘cash’ na casa de alguém, pode-se levantar possibilidades das mais diversas, dependendo de quem…

Valor Econômico  – Jun 2014

No topo das fraudes, traição de executivos e ‘kick-back’

Vem das histórias populares o preceito de que quanto mais longe se busca solução a um problema, mais perto ela estará. Aliás, ambos estarão – o problema e a solução. Eu não sou homem de fazer pouco de ensinamentos populares, e, mesmo que o fosse, me dobraria a eles com doçura ao observar quão certos estão em relação a meu campo de trabalho – a investigação de fraudes corporativas e a criação de real compliance para evitar dores de cabeça com falcatruas, roubos e outros golpes. A noção de que a solução costuma estar no quintal de casa é algo que sou obrigado a ver com uma constância inquietante. Para o leitor do Valor entender a que me refiro, melhor ir ao ponto: a imensa maioria das grandes fraudes no setor privado segue a norma do quintal – a empresa é lesada por traição de seus próprios executivos. Mas se nos debruçamos sobre …

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